Fibromialgia
A neuromodulação pode fazer parte de um plano para dor, fadiga, sono e qualidade de vida. Protocolos específicos têm respaldo de nível A em consenso latino-americano.

Sou médica, especialista em Medicina de Família e Comunidade e em Acupuntura, com formação em neuromodulação clínica e periférica. A neuromodulação pode ampliar as possibilidades de cuidado quando a resposta a outros tratamentos é insuficiente, há limitações de tolerabilidade ou existem razões clínicas para evitar determinados medicamentos. A avaliação médica orienta cada decisão.
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A neuromodulação reúne técnicas que usam estímulos elétricos ou magnéticos para influenciar a atividade do sistema nervoso. Para quem teve resposta insuficiente a outras terapias, apresenta efeitos limitantes ou não pode usar determinadas medicações, ela pode ampliar as possibilidades de cuidado. A avaliação define a indicação, o protocolo e se o tratamento será integrado a outras abordagens; evidências variam conforme a condição.
Conheça os recursos e como funcionam ↗A escolha depende da avaliação, das evidências para cada condição e dos objetivos do tratamento.
A TMS é um tratamento que usa pulsos magnéticos para estimular áreas específicas do cérebro. Modula a atividade de regiões relacionadas ao humor, ao pensamento e ao processamento da dor, conforme o alvo e a indicação clínica.



A tDCS é uma técnica que utiliza uma corrente elétrica de baixa intensidade, aplicada por eletrodos no couro cabeludo, para modular a atividade de áreas específicas do cérebro. O objetivo é regular a atividade cerebral de acordo com as necessidades e os objetivos do plano de atendimento.

A estimulação auricular do nervo vago utiliza estímulos elétricos na região da orelha para modular a atividade de vias neurais. É uma técnica não invasiva, estudada em diferentes condições neurológicas e inflamatórias. A indicação depende da avaliação médica e da evidência disponível para cada condição.

A neuromodulação periférica percutânea utiliza impulsos elétricos, aplicados por agulhas, para estimular nervos fora do cérebro e da medula espinhal. Pode integrar o cuidado da dor e da funcionalidade em situações clínicas selecionadas. É uma técnica minimamente invasiva.

Aplica corrente elétrica de baixa intensidade com variações aleatórias de frequência e amplitude por eletrodos no couro cabeludo. É estudada para modular a excitabilidade cerebral e processos de aprendizagem e reabilitação. As aplicações clínicas ainda estão em investigação.


A acupuntura é uma técnica terapêutica originada na Medicina Tradicional Chinesa que consiste na inserção de agulhas finas em pontos específicos do corpo. Pode modular respostas do sistema nervoso e integrar o cuidado da dor e de outros sintomas, conforme avaliação médica.

Utiliza pulsos magnéticos aplicados sobre regiões do corpo para estimular nervos periféricos e provocar respostas musculares, sem agulhas. Pode integrar planos de reabilitação e manejo da dor, conforme avaliação e objetivo clínico.

Utiliza corrente elétrica de baixa intensidade que alterna de direção em uma frequência definida, aplicada por eletrodos no couro cabeludo. Busca modular os ritmos da atividade cerebral. Suas aplicações clínicas estão em investigação e dependem de avaliação individual.
Utiliza correntes elétricas aplicadas por eletrodos sobre a pele para estimular nervos periféricos. Pode proporcionar alívio temporário da dor e integrar o plano de atendimento. A resposta varia entre pessoas e condições clínicas.
Aplica corrente elétrica de baixa intensidade por eletrodos posicionados sobre a coluna. Seu uso depende de avaliação médica e de um plano individual.
Dor crônica, condições neurológicas e saúde mental são avaliadas de forma individual. A indicação de cada recurso depende do diagnóstico, das evidências e dos objetivos do cuidado.
A neuromodulação pode fazer parte de um plano para dor, fadiga, sono e qualidade de vida. Protocolos específicos têm respaldo de nível A em consenso latino-americano.
A avaliação considera a história, a função, os tratamentos já realizados e os objetivos de movimento e rotina.
Crises recorrentes podem afetar muito a rotina. A avaliação considera sintomas, frequência e opções de cuidado, inclusive neuromodulação quando indicada.
A TMS tem evidência robusta e pode ser avaliada quando outras abordagens não foram suficientes ou são limitadas.
A rTMS é uma possibilidade terapêutica para TAG que pode ser discutida em avaliação médica individual.
Dificuldades para iniciar ou manter o sono podem se relacionar a diferentes condições e precisam de avaliação individual.
O cuidado considera sintomas motores e não motores e os objetivos que importam para a vida diária.
A avaliação parte das dificuldades atuais e de metas funcionais. Neuromodulação, quando indicada, é complementar à reabilitação.
Queimação, choques ou dor persistente após lesão nervosa podem merecer avaliação para neuromodulação.
Queixas de memória e alterações cognitivas precisam de avaliação cuidadosa e expectativas realistas.
Cada linha começa por uma avaliação médica individual e inclui acompanhamento próximo, com reavaliações para observar sua evolução e ajustar o plano.
Quando necessário, o cuidado da dor e a reabilitação neurológica são articulados com a fisioterapia, em uma abordagem multidisciplinar que pode incluir os profissionais que já acompanham você.
Na fibromialgia, a Dra. Eliza também conduz um grupo de acompanhamento, com educação em dor, orientações de autocuidado e apoio à construção de hábitos.
O primeiro passo é a avaliação. O plano nasce do encontro entre sua história, a avaliação médica e objetivos que façam sentido para você.
Sintomas, sono, rotina, exames e tratamentos anteriores.
Escolhas compartilhadas, metas possíveis e explicação de cada etapa.
Acompanhamento próximo, com reavaliações para observar sua evolução, esclarecer dúvidas e ajustar o plano de atendimento.

Minha formação em Medicina de Família e Comunidade e em Acupuntura me ensinou a olhar para a pessoa como um todo: os sintomas, as condições de saúde, a rotina e as prioridades. Hoje, esse olhar orienta meu trabalho como médica de família e comunidade, com foco em neuromodulação clínica.
Meu trabalho não começa pela escolha de um aparelho. Começa com avaliação médica, expectativas realistas e um plano individual, com reavaliação da resposta. Nem toda pessoa é candidata às mesmas técnicas.
Ao longo da minha trajetória, atuei como preceptora e professora, mentorei médicos que buscavam aprofundamento em neuromodulação e palestrei em congressos. Mantenho uma rotina de estudo e atualização para que a prática acompanhe a ciência disponível.
Não. Na avaliação, a Dra. Eliza analisa seu quadro e explica as opções que podem fazer sentido para você.
A quantidade e a frequência dependem da condição, do recurso escolhido e da resposta ao tratamento. O plano é discutido após a avaliação e pode ser ajustado.
Exames e relatórios anteriores, lista de medicamentos e informações sobre tratamentos já realizados. Pense também nas atividades que gostaria de retomar.
Não. A avaliação verifica contraindicações e cuidados específicos, incluindo dispositivos implantados e histórico de convulsões. Benefícios e possíveis efeitos adversos são discutidos antes de iniciar.
Exames, medicamentos e objetivos: organize o que ajuda a contar sua história.
Ler artigo ↗A avaliação conecta a escolha da técnica a um objetivo clínico e ao acompanhamento.
Ler artigo ↗Sono, atividades e participação na rotina ajudam a definir objetivos que fazem sentido.
Ler artigo ↗Depoimentos já publicados no site atual. Cada experiência é individual e não representa promessa de resultado.
A secretária orienta sobre o agendamento, os horários disponíveis e como chegar.
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